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Violência pura e gratuita nunca será o caminho para o entendimento

Violência pura e gratuita nunca será o caminho para o entendimento

Professores atirando pedras e ovos no prédio do Palácio do Setentrião (29/04/2013)

 

 

Reivindicar direitos é algo totalmente legal no Estado Democrático em que vivemos, pois a Constituição Federal de 1988, nossa Carta Magna, nos permite isso, haja vista mais de 20 anos de um Regime Militar que suprimiu diversos direitos da sociedade brasileira. Contudo, manifestação ou reivindicação é bem diferente de agressão, e foi isso que alguns educadores (professores) protagonizaram em terras Tucujus na segunda-feira, 29 de abril.

 

Somos a favor de movimentos que de maneira ordeira e respeitosa lutam por direitos de grupos sociais, sejam eles qual forem, militares, professores, integrantes da saúde, enfim, qualquer categoria que entende que teve seus direitos negados ou cerceados. Agora vivemos em um Estado norteado por Leis, não em um Estado Anarquista, assim, toda e qualquer manifestação deve observar o que determina nossas normas vigentes.

 

Tudo que vai de encontro a ordem social requer intervenção das forças policiais, principalmente das Policias Militares do Brasil, pois tem a função constitucional de realizar o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública. Pensamos da seguinte forma, quem depreda patrimônio público são bandidos, criminosos, vândalos, marginais e menores infratores, não cidadãos de bem. É inadmissível que pessoas que tem um papel muito importante no contexto social vigente, como os educadores (professores), que são formadores de opinião, são lutadores na busca de uma sociedade melhor, justa, igualitária e fraterna, produzam agressões a maior autoridade constituída do Estado do Amapá, o Governador Camilo Capiberibe (PSB), eleito pelo voto popular, pois é assim que funciona a nossa democracia. O Governado deve ser respeitado queiram ou não os manifestantes.

 

Ao agredirem verbalmente e tentarem fisicamente contra o Governador do Estado, além de jogarem ovos e pedras no Palácio do Setentrião, os manifestantes, os educadores (professores), agem sem sobra de duvida próximo do primitivismo, da selvageria, permitem que a emoção domine a razão. Assim dessa maneira, a insensatez impera e a razão alegada por esses não mais se sustenta, pois produzem e reproduzem a violência urbana, e para a quebra da ordem pública só intervenções das forças policiais, o que pode gerar mais violência na medida do uso moderado da força para conter aqueles que racionalmente comportam-se irracionalmente.

 

O caminho do entendimento nunca será a violência gratuita e desmedida, a melhor saída é o dialogo, agora os envolvidos nessa questão devem estar “desarmados”, do contrário não haverá consenso e nem avanços. A intransigência, a pessoalização e a politização devem passar longe desse dialogo quando estabelecido.

 

Que logo a sensatez tome conta desse movimento, que haja uma busca dos envolvidos pelo entendimento, pois a educação não se faz tão somente de questões salariais, existe muito mais gente e coisas envolvidas nesse processo de forma direta e indireta que imaginamos. Acreditamos muito que tudo possa acabar bem, que o foco central disso tudo seja a melhoria do processo de ensino e aprendizagem no Amapá.

 

Alex João Costa Gomes


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