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Polícia Militar esclarece ação do Bope em ocorrência com refém no Centro de Macapá

Polícia Militar esclarece ação do Bope em ocorrência com refém no Centro de Macapá


Agência Amapá

 

O comando do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Amapá (Bope) informa oficialmente detalhes sobre a ocorrência de tentativa de roubo com refém, na área comercial de Macapá, no final da tarde desta segunda-feira, 22.

 

O chefe de Operações da instituição, major Marcelo Cavalcante, relata que a polícia foi acionada, por meio do Centro Integrado de Operações e Defesa Social (Ciods), de que estava ocorrendo disparos de armas de fogo no cruzamento da Rua Binga Uchôa com a Avenida Cora de Carvalho.

 

Alguns militares que estavam próximo ao local tentaram interceptar os três acusados que estavam portando revólver e pistola ponto 40. De acordo com a polícia, os acusados agiram na famosa ação criminosa chamada "saidinha de banco", quando clientes são atacados após sacarem dinheiro e sair das agências bancárias.

 

A polícia identificou A. P. A., 20 anos, que estava com uma pistola calibre ponto 40, com número de série raspada, e que teria sido furtada de um agente da Polícia Civil. Este cidadão manteve cinco pessoas como reféns em uma loja de confecções, onde fez exigências à polícia como forma de garantir sua integridade.

 

"O segundo envolvido conseguiu fugir, porém, foi identificado a partir de informações repassadas por aqueles que foram presos", ressalta o oficial. O terceiro elemento, E. C. B., 19 anos, estava armado com um revólver calibre 38, disparou contra uma guarnição do Bope, foi atingido e morreu no Pronto Socorro.

 

Contra ele existe acusação de roubo e homicídio no Estado do Pará, de onde era considerado fugitivo daquela comarca. No Amapá, ele foi reconhecido pela prática de roubos na capital e no interior, e estava sendo procurado. A ação policial teve participação de militares do Batalhão Especial, Rádio Patrulha e 6º Batalhão.

 

Segundo o chefe de Operações, todas as ocorrências que envolvem refém são delicadas. Entretanto, algumas são mais complicadas devido à complexidade, como foi o caso desta última. O cidadão demonstrava forte estado de descontrole emocional e ameaçava a todo instante atirar contra suas vítimas, levando a situação negativa do plano.

 

"Neste caso, nossa experiência e profissionalismo devem ser colocados em ação de forma a manter a calma do acusado para podermos negociar", frisou o major Marcelo Cavalcante.

 

José Maria Silva/Secom

 


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