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Podemos ser gentis no trânsito

Podemos ser gentis no trânsito

 

“Gentileza gera gentileza, pois a educação é algo pessoal e a levamos para onde formos.”

Inspetor Meirelles

 

No trânsito assim como nas demais relações sociais vigentes, uma ação de gentileza, de educação, gera uma reação recíproca. Dessa forma, acreditamos que podemos sim ter um trânsito mais humano, mais gentil, e consequentemente mais seguro. O Estado do Amapá é relativamente novo, nosso povo é hospitaleiro, guerreiro, mas do bem. Assim, por que não praticar gentilezas no trânsito?

 

A frota do Estado cresce mais de 400 veículos por mês, já ultrapassamos os 147 mil veículos devidamente registrados, ainda devemos somar a isso os registrados em outras unidades da federação, sendo que mais de 70% desses estão circulando em Macapá. Nossa malha viária é a mesma há mais de 20 anos, com poucas mudanças, isso é ruim para a fluidez no trânsito, algo que deixa os condutores e transeuntes psicologicamente abalados, bem nervosos, até mesmo pela hierarquização que nos é imposta há muito tempo.

 

Para Roberto Damatta a hierarquização desse espaço que deveria ser democrático, e segundo as normas estabelecidas no país é de todos, amplia os conflitos. É necessário que o cidadão que conduz um veículo automotor tenha a compreensão que o sujeito do lado existe como também cidadão, e tem os mesmo direitos e deveres de qualquer outro que usa o trânsito brasileiro.

Conversões irregulares, como as que vemos frequentemente na Av: FAB, paradas bruscas sem alertar o condutor que vem atrás, estacionar em fila dupla, não respeitar os pedestres, ciclistas e outras tantas infrações que observamos, são questões que podem ser evitadas. O uso de gentileza nos diversos procedimentos enquanto dirigimos ou transitamos nas vias, reduziria os acidentes e mortes, bem como o estresse que hoje presenciamos diuturnamente.

 

Devemos atentar agora para a questão do ego quando na condução de veículos no trânsito, pois nesse espaço não há adversários ou inimigos, são pessoas, vidas. É melhor sermos gentis e educados agora, do que vermos o trânsito Tucuju ficar igual ou pior que o dos grandes centros do país.

 

 

Alex João Costa Gomes – Bacharel e Licenciado em História (UNIFAP); Policial Militar e Ex-Diretro-Presidente do DETRAN-AP


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