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PARCERIA

PARCERIA

Esta semana o governador Camilo e o prefeito Clécio firmaram, publicamente, um pacto pela cidade de Macapá, definindo que haverá, pelo menos inicialmente, ataque a três dos principais pontos críticos que a população da cidade de Macapá enfrenta neste momento: a buraqueira nas vias urbanas, o precário atendimento no sistema de saúde municipal e o risco de epidemia de dengue devido ao acúmulo de lixo e águas paradas em muitos setores da cidade.

 

Os gestores finalmente compreenderam que já estava passando da hora de ser tomada uma decisão desse porte, doutra forma as consequências seriam devastadoras para os interesses políticos dos gestores e das esperanças que a população havia colocado nas propostas que ouvira durante a recente campanha política.

 

A decisão política está tomada, resta agora esperar pela execução do programa conjunto que ainda não está fechado e que necessita ter forma e objetivos comuns, tanto para o governo como para a prefeitura.

 

Como não há um programa institucional pronto para se acionado, onde estejam previstas as necessidades orçamentárias, vai ser preciso fazer adaptações àqueles existentes tanto no município como no Estado.

 

Para efetivar essas adaptações e alcançar a execução é preciso montar uma equipe que conheça o funcionamento da emperrada burocracia pública e tenha o conhecimento técnico de cada um dos problemas que haverão de enfrentar.

 

A buraqueira, a desassistência nos postos médicos e o combate a proliferação do mosquito da dengue são situações que vão precisar de especialistas nas orientações e que devem estar dispostos – e concordando –, com o que consta da decisão política tomada pelos gestores do Estado e do município.

 

Não adianta a fantasia das emendas parlamentares nesse momento. Os recursos para atender as necessidades atuais estão nos orçamentos do Estado e do município para 2013 e que, por causa da parceria, vão precisar de remanejamento e, nesse momento, deputados estaduais e vereadores do município de Macapá precisam estar afinados e compreendendo os objetivos do plano.

 

A parceria, tão pedida pela população, não depende apenas da vontade política dos gestores, mas e principalmente, do respeito ao plano e aos profissionais que estarão executando esse plano.

 

Boa sorte para os executores e, mais uma vez, paciência para a população.

 

Por: Josiel Alcolumbre


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