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PALAVRA DE ORDEM

PALAVRA DE ORDEM

Está terminando o primeiro quadrimestre. Hora de fazer os primeiros balanços do ano e avaliar os rumos que o Estado tomou nesse primeiro terço do ano de 2013, nas vertentes: política, administrativa, econômica e social.

 

Tem vezes que não dá vontade de fazer qualquer balanço, devido a desconfiança que se tem nos resultados que serão apurados, mas na atividade pública moderna, quanto mais verificação dos resultados forem feitos, mas fácil se torna a intervenção para que os rumos, ou sejam fortalecidos ou sejam mudados.

 

Percebe-se que politicamente houve alterações, muito embora ainda não dê para medir se foram avanços ou recuos, mas está claro que a vontade foi descobrir em que condições as questões dessa área vão seguir daqui para frente. Com os deputados estaduais foi construído um forte elo, com melhoria no entendimento entre o Executivo e o Legislativo.

 

Na administração ainda não foram sentidos os primeiros reflexos das mudanças realizadas no começo do mês pelo governador do Estado, quando trocou, de uma vez só sete integrantes do primeiro escalão.

 

Na área econômica alguns abalos foram sentidos nesse começo de ano, principalmente aquele decorrente do desmoronamento da área do pátio de manobra do porto de embarque de minério da empresa Anglo American, ocorrido em Santana, há 30 dias, tendo consideráveis repercussões no vínculo de emprego de muitos trabalhadores que estavam ocupados nessa área econômica do Estado. A expectativa é de significativa queda na exportação de minério nos próximos meses.

 

Na área social, além daquelas questões ligadas com os problemas ocorridos em Santana, que implica demissão de funcionários das empresas que detém a concessão para extrair o minério de ferro das minas de Pedra Branca e Serra do Navio, ainda se contabiliza novo estremecimento entre o Governo e a categoria dos professores, sendo que estes estão inconformados com as últimas decisões tomadas pelo empregador.

 

Esse balanço está deixando muita gente desconfiada e alguns tomando decisões que haviam sido programadas para o final do ano.

 

O Amapá precisa reagir.

 

Os agentes públicos precisam restabelecer a confiança para que os empreendedores que estão aqui e os que têm data para chegar, não mudem de idéia e continuem aguardando o melhor cenário para investir, criar empregos e garantir o desenvolvimento de Macapá e do Estado do Amapá.

 

Por Josiel Alcolumbre


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