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OS PREJUÍZOS COM O ATRASO NA CONCLUSÃO DE OBRAS

OS PREJUÍZOS COM O ATRASO NA CONCLUSÃO DE OBRAS

 

Não podem ser consideradas normais as questões referentes aos atrasos nos cronogramas de obras no Estado do Amapá. Já faz algum tempo que os prejuízos, devido a esses atrasos, vem se acumulando, elevando o preço final das obras, além dos prejuízos que são constatados e que decorrem desses mesmos atrasos.

 

Uma obra que na proposta inicial, apresentada durante a seleção da empresa, que é prometida para ficar pronta em seis meses, por exemplo, está se estendendo por um, dois ou mais anos.

 

Basta lembrar a execução de obras como: estação do aeroporto internacional, do hospital do câncer, do restaurante popular, de feiras livres, de escolas, dos estádios de futebol e tantas outras, com prazo definido para terminar e que, aparentemente, sem especial motivação, se alongam, dobrando ou triplicando os prazos, obviamente correspondendo a um considerável aumento no preço final da obra.

 

Os prejuízos se diversificam e se avolumam quando é colocado no levantamento um período maior de espera, com a população não tendo o serviço que fora prometido e sendo submetida a funcionamentos precários, aceitáveis por pouco tempo e que se alongam por anos, sem explicações para a população que fica intrigada com tantos atrasos na conclusão dessas obras.

 

Quem quiser conhecer um exemplo típico basta ir até o prédio do restaurante popular, no bairro do Pacoval, que vai perceber o tamanho do prejuízo que está acumulado por ali. A obra, imaginem, está naquele estágio desde quando João Henrique era prefeito. Nesse ínterim transcorreu todo o mandato de Roberto Góes na prefeitura de Macapá e, apenas, muita conversa e promessas, mas o restaurante não funcionou e, pior, não tem condições de funcionar.

 

E não quer dizer que não se trata de obra importante para a população e para o funcionamento da cidade. Além do restaurante popular, o que foi feito no Canal da Mendonça Júnior não tem classificação natural. O mesmo se pode dizer da Escola Cândido Portinari, do Estádio Zerão, do Estádio Glicerão e do absurdo feito com o Shopping Popular.

 

Os contratantes dessas obras teriam que ser responsabilizados pelos erros que cometeram, que já ultrapassaram os limites do razoável, venceram a compreensão e se transformaram em verdadeiros desafios para a paciência e em um grande ralo por onde estão escorrendo recursos públicos tão escassos.

 

Por Josiel Alcolumbre


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