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Operação conectarie da Polícia Civil prende mais de vinte em Macapá

Operação conectarie da Polícia Civil prende mais de vinte em Macapá

Delegado Luiz Carlos titular da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/AP)

Fonte: Agência Amapá

 

"A conexão comercial de substâncias entorpecentes entre os Estado do Amazonas, Pará e Amapá foi desbaratada pela Polícia Civil do Amapá e demais unidades da federação, nesta terça-feira, 25, a partir das 6h, cuja polícia local investigou durante cinco meses a conduta dos envolvidos".

 

Com estas palavras o delegado Luiz Carlos titular da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/ AP), e coordenador  da ação detalhou como a  polícia civil dos três estados agiram para reprimir o crime.

 

Denominada de operação "conectarie" (conexão em latim), mais de cem policiais entre agentes, delegados e oficiais deflagraram a ação com objetivo de cumprir 32 ordens da justiça para prender os acusados e efetuar 28 mandados de busca e apreensão.

 

Delegado Geral Tito Guimarães Neto

De acordo com o delegado, os trabalhos tiveram êxito na apreensão de veículos, contas correntes  bloqueadas e a justiça decretou sequestros de bens dos investigados.

 

Alguns dos mandados eram de pessoas que já estavam recolhidas a penitenciária amapaense, e mesmo presos eles conduziam o gerenciamento do tráfico em Macapá bem como nos demais estados, ressalta o coordenador da operação.

 

Carros furtados em Macapá tinham como destino os Estados do Amazonas e Pará e lá eram negociados com traficantes. O mesmo acontecia com veículos roubados ou furtados lá fora, vinham para o Amapá de forma ilícita, entrando sempre pelo porto de Santana.

 

Secretário de Justiça e Segurança Pública, Marcos Roberto

Sobre este acesso o secretário de Justiça e Segurança Pública, Marcos Roberto, adiantou que um sistema de monitoramento será implantado naquela área a fim de saber o que sai ou desembarca no porto, frisou.

 

Na apuração investigativa a quadrilha arrecadava em média  R$ 100 mil por mês com a transação.

 

O Delegado Geral Tito Guimarães Neto disse que durante as investigações foi descoberto que o tráfico de drogas tem envolvimento com crimes contra o patrimônio, ou seja, furto, roubo e até mesmo uso de arma de fogo, fato que no decorrer dos trabalhos a polícia apreendeu 22 quilos de crack, dez armas de fogo e 90 munições, fruto do serviço de inteligência e monitoramento da quadrilha, frisou.

 

 

Coordenador do Núcleo de Operações e Inteligência (NOI) delegado Leandro Totino

O coordenador do Núcleo de Operações e Inteligência (NOI) delegado Leandro Totino adiantou aos jornalistas que a polícia vai intensificar a investigação contra o tráfico, mas principalmente na identificação dos patrões, bem como descobrir o patrimônio adquirido dessas pessoas.

 

Esta é uma metodologia que buscamos em estados do nordeste e em São Paulo e com a polícia dos Estados Unidos, como forma de mirar na pessoa do traficante e retirá-lo de atividade, pois deixá-lo solto e apreender a droga a situação continua a mesma, ressaltou.

 

 

 

 

José Maria Silva / Secom


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