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Luiz Carlos pede transparência nas informações sobre o desabamento do Porto de Santana

Luiz Carlos pede transparência nas informações sobre o desabamento do Porto de Santana

Na manhã deste sábado (6), membros da Comissão Externa Temporária para a Reconstrução do Porto de Minério da ICOMI no Amapá (CEXAMAPA) se reuniram com José Luiz Martins, gerente geral da Anglo American, para discutir as medidas que foram tomadas com relação ao desabamento do porto que vitimou seis trabalhadores.

 

O deputado federal Luiz Carlos (PSDB/AP), que é relator da Comissão pediu informações sobre o apoio às famílias, as causas do acidente e o impacto ambiental e social ao Estado do Amapá.

 

"Estamos aqui para saber como está sendo tratada a perda desses seres humanos, se a empresa está dando o suporte necessário às famílias e para nos certificar de que o Estado não sofrerá grandes impactos", questionou Luiz Carlos.

 

O parlamentar junto com os demais deputados esteve no local do acidente e verificou as condições do porto. Luiz Carlos solicitou da empresa a divulgação para a sociedade de tudo o que se refere a investigação da causa do acidente e as medidas tomadas pela Anglo.

 

“A população e principalmente às famílias das vítimas devem ter total acesso a tudo que vier acontecer depois desta tragédia”, disse.

 

José Luiz Martins, gerente geral da Anglo informou que, foi montado um centro de atendimento às famílias dentro da empresa com atendimento médico e psicológico. Ele afirmou ainda que a empresa está dando suporte financeiro e assumiu todas as despesas deixadas pelas vítimas.

 

A comissão foi criada para fazer um levantamento de todas as informações sobre o acidente fatal no porto da Anglo, no dia 27 de março, que levou para o fundo do Rio Amazonas seis operários que trabalhavam no local. Três corpos continuam desaparecidos.

 

A Anglo cessou as atividades e trabalha apenas nas buscas dos corpos. A previsão de retomada é de uma semana. No município de Pedra Branca os trabalhos continuam normais. A empresa está produzindo e estocando o minério, mas a capacidade de estocagem é limitada, de até 2 milhões de toneladas nos dois municípios. A empresa já solicitou ao IMAP uma licença emergencial para a ampliação do pátio de estoque, para que a atividade na mina não seja interrompida.

 

Enquanto o novo porto não é construído a empresa irá utilizar o porto de Santana para o escoamento do minério, mas em contrapartida, a Anglo American se encarregará de asfaltar as ruas que o transporte do produto terá como trajeto.

 

Na próxima terça-feira a comissão irá apresentar um relatório à Secretaria Especial de Portos, em Brasília, a fim de solicitar apoio aos trabalhos e investigação do ocorrido.

 

Fonte: deputadoluizcarlos.com.br


Comente:

Data: 05/08/2013

De: Edinalva monteiro

Assunto: Qual foi o fato que levou a este acontecimento?

Pois as pessoas não sabem de fato qual foi a causa,inventam historias pode ter sido ocorrido por falta de estrutura,ou foi ocorrido através da lenda contada pelos ribeirinhos.

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Data: 14/05/2013

De: Francisco Dominguez

Assunto: Denuncia Acidente Anglo em Santana AP

Deve-se investigar a ampliacao do porto pois nao foi feita de maneira adequada, a Regaf que fez a ampliacao fez sem o minimo de cuidado e de calculo de engenharia para a ampliacao ja que para aumentar a capacidade deveria reforcar as estruturas, o que nao foi feito, foi feito as pressas e sem criterios, o diretor deve ser penalizado, se fosse em outro pais serio, ja estaria preso juntamente com os seus gerentes!!! cadeia neles!!!

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