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CFA forma turma de militares para setores administrativos

CFA forma turma de militares para setores administrativos


Agência Amapá

 

Diretor do CFA, tenente-coronel Josias Carvalho, ressalta a importância da qualificação profissional dos militares

Mais de cinquenta servidores, entre policiais militares e bombeiros, fazem parte de uma turma integrante do curso "Habilitação Oficial em Administração" ministrado pelo Centro de Formação e Aperfeiçoamento (CFA) da Polícia Militar do Amapá. A especialização iniciou no dia 23 de abril deste ano, com quarenta policiais militares e onze do Corpo de Bombeiros, e será concluído em julho.

 

"A Lei Complementar 063, conhecida como Lei de Organização Básica (LOB), habilita os militares ao Quadro de Oficiais Administrativos (QOA), ou seja, nossos servidores são capacitados no CFA para atuarem nos departamentos administrativos da instituição", ressalta o tenente-coronel Josias Costa Carvalho, diretor do Centro.

 

 

Militares do Corpo de Bombeiros participam do curso

De acordo com o oficial, toda vez que há necessidade de ampliar o efetivo da corporação, essa lei é enviada à Assembleia Legislativa e alterada para que, de forma legal, alguns ajustes possam ser feitos.

 

Criação de Batalhões, concurso público para ingresso de novos militares, entre outros, são feitos através da LOB.

Segundo ele, o fato mais recente é o planejamento e criação da Companhia de Polícia Rodoviária Estadual, que está sendo viabilizada por meio dessa lei.

 

 

 

Quarenta policiais militares integram turma de capacitação profissional em administração

Durante o curso existe uma grade de disciplinas ministradas aos alunos. Eles exploram temas como língua portuguesa, gestão de informação, sistema informatizado, sistema de segurança pública no Brasil, gerenciamento de crise e desastre, legislação penal, Poder Judiciário, comunicação social, entre outras.

 

O diretor adiantou que o CFA tem como missão formar, aperfeiçoar, habilitar, capacitar, treinar  e promover estágios aos membros do sistema de segurança pública amapaense, cujos instrutores são, em sua maioria, militares graduados, alguns com mestrado em disciplinas específicas. Daí a importância do aproveitamento da mão-de-obra local.

 

 

Centro de Formacão e Aperfeiçoamento da Polícia Militar do Amapá responsável pela capacitação de servidores de segurança pública

Futuramente, o CFA poderá ser transformado em Academia de Ensino Superior em Segurança Pública, objetivando atender as necessidades de policiais que queiram qualificação em nível superior.

 

"Atualmente, o Governo do Estado gasta, em média, R$ 200 mil por cada militar que sai do Amapá para estudar em uma academia em outro estado. Com a criação da academia em Macapá, esses custos poderão ser investidos em outros setores da segurança, bem como receber militares de outras unidades da Federação", finalizou o tenente-coronel Carvalho.

 

 

 

 

José Maria Silva/Secom

 

 

 


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