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Capitão Assumpção denuncia CFA: “Campo de Concentração”

Capitão Assumpção denuncia CFA: “Campo de Concentração”

 

CFA-PMES: campo de concentração.

 

Mais de 700 pais de família que deveriam estar recebendo a graduação de 3º sargento como uma forma de reconhecimento pelos bons serviços prestados à sociedade capixaba, estão sendo humilhados dia após dia no campo de concentração chamado CFA. Até quando a administração da Polícia Militar vai insistir em não quebrar as muralhas do lugar que deveria ser a referência em cidadania da PMES, mas que está cercada de anacronismos?
 
Depois de mais de 20 anos trabalhando nas ruas, homens e mulheres, cansados pela extenuante tarefa de combater a criminalidade, são tratados como párias no campo de concentração CFA. O que era para ser uma adaptação à nova graduação está se tornando um estorvo.
 
A cada dia surge uma nova covardia. Afastados de suas famílias e jogados em
muquifos nos arredores do bairro onde está situado o CFA os policiais do CHS sofrem humilhações em cima de humilhações.
 
Com uma carga horária de 594 horas e 31 disciplinas, a eles é imputado estudar, de uma hora para outra, como loucos , depois de mais de 20 anos longe dos bancos escolares. Essa carga horária é superior, uma vez e meia, a de uma pós-graduação lato sensu. Isso me cheira a podridão. Não é um curso de formação. É um curso de habilitação. O que era para ser um prêmio se tornou um martírio.
 
Ontem, (12/03) dois policiais passaram mal durante a física no sol de meio dia
Atividade física inadequada e sem fundamentos. Os nobres companheiros estão sendo forçados a fazerem essa malfada atividade física como se fossem garotos de 18 anos de idade.
 
Grande covardia. Nunca, jamais existiu, na história da PMES, um programa de recondicionamento físico autêntico, que retirasse das ruas o policial militar, três vezes por semana, para uma atividade física prazerosa. Essa é a grande farsa. Não são casos isolados, isso está acontecendo todo o santo dia no campo de concentração.
 
O lema “NÃO PERGUNTE DO QUE SOMOS CAPAZES, DÊ-NOS A MISSÃO.” é uma farsa. Se tivessem a coragem de aplicar esse programa a todos os policiais eu estaria aqui aplaudindo mas só tenho que registrar a minha repulsa a essa forma de ganhar um troco a mais dando aulas no CFA em horário de expediente.
 
594 horas-aula e ainda exigem média 7. Mas como, se em cursos anteriores a média era 5? Qual o real objetivo em insistir na centralização de cursos no CFA?
 
Estou postando também o valor das horas-aulas para que se possa fazer uma reflexão! Qual o motivo de não voltar a ter os cursos perto das famílias dos policiais, nos quartéis onde se trabalha? Afinal, o clamor da sociedade é de mais policiais nas ruas. Ora, a descentralização dos cursos mata dois coelhos com uma única cajadada. Forma-se (habilita-se) perto de casa ao mesmo tempo em que o policial não é afastado das ruas.
 
Deixo a minha opinião pessoal. A bem da verdade, nada disso é necessário. Essa graduação tem que ser um prêmio por bons serviços prestados. Não há necessidade de todo esse aparato bancado pelos reduzidos salários dos nobres policiais militares (moradia, transporte, etc) aliado ao dinheiro público que é pago aos professores. É preciso dar um basta nessa Obsolescência.
 
Qual será a próxima maldade?
 
Capitão Assumpção
 
 
 
Fonte: uniblogbr

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