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Capiberibe pede ao MPE que investigue o não cumprimento de acordo com a Eletronorte

 

Por Rodrigo Juarez

 

O senador João Capiberibe (PSB-AP) solicita ao Ministério Público do Estado do Amapá (MPE-AP) que investigue os governos de Waldez Góes e Pedro Paulo pelo não cumprimento de acordo com Eletronorte para pagamento da dívida da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) em torno de R$ 120 milhões em 2003.
 
Capiberibe fez o anúncio da petição ao MPE, logo após a revelação do não cumprimento do acordo pelo diretor regional da Eletrobrás/Eletronorte, Marcos Drago, durante solenidade realizada nesta sexta-feira (14) no Palácio do Setentrião, onde o governador Camilo Capiberibe anunciou o pagamento da primeira parcela da dívida da CEA de R$ 1,2 bi.
 
Marcos Drago afirmou que em 10 anos a dívida a CEA cresceu R$ 1,8 bilhão. Ele recordou que em 2003 a dívida era só de R$ 120 milhões e que foi feito uma negociação com o governo do Estado, cujo acordo não foi cumprido.
 
- Fizemos todos os tipos de propostas, mas o Executivo na época, não honrava os compromissos. Mas agora, a CEA começa a honrar o acordo, disse Marcos Drago.
 
Marcos Drago ressaltou, ainda, que diferente dos governos que sucedeu o atual governador do Amapá vem honrando seus compromissos.
 
"Essa decisão de resolver de uma vez por todas o problema da CEA poderia ter sido tomada dez anos atrás, mas não foi. Governar é tomar decisões difíceis e nós tivemos a coragem de investir na CEA para garantir o desenvolvimento. Quando você paga dívida do passado, deixa de investir no presente, mas isso era fundamental para garantir os investimentos futuros. O Amapá não quer ser conhecido como Estado caloteiro, mas como uma unidade da federação que honra suas dívidas", analisou o diretor regional da Eletronorte.
 
Para o senador Capiberibe a investigação do MPE será fundamental para descobrir e alcançar os culpados que fizeram a CEA cair numa dívida quase impagável.
 
“É preciso responsabilizar aqueles que contribuíram para que a Companhia de Eletricidade do Amapá chegasse a esta situação de acumular uma dívida bilionária, e quase impagável, onde o governo de hoje precisa perder milhões que poderiam estar sendo investidos em outras áreas”, enfatizou Capiberibe.

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