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Atenção! Não use o cinto de segurança

Atenção! Não use o cinto de segurança

03/07/2013

 

Atenção! "Não use o cinto de segurança"

 

Em 1959 o engenheiro da Volvo, o sueco Nils Bohlin, criou o cinto de segurança, esse completará 54 anos em 2013. Segundo a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET), o uso do cinto segurança por condutores e passageiros de veículos automotores reduz em 45% o risco de morte no banco da frente e de 25 a 75% o risco de morte no banco trazeiro. Estudos da Universidade de Pernambuco a respeito do tema apontam que existe redução em 25% dos traumas em vítimas de acidente de trânsito, lesões como a paraplegia e tetraplagia. Mas o mesmo incomoda “melhor não usá-lo.” O cinto de segurança é um dispositivo de defesa para condutores e passageiros, o de três pontas garante mais segurança ao abdômen e ao tronco, mas “melhor não usá-lo”, pois incomoda muito.

 

Segundo a Dra Erika Kalil, médica ortopedista do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), sem dúvida, o cinto de três pontas reduz a incidência de lesão na coluna. Mas “melhor não usá-lo”, pois incomoda, quer dizer, a não ser que haja um Agente, Guarda ou Policial de trânsito, pois é melhor evitar uma notificação e uma possível multa, do que ter uma lesão na coluna vertebral por causa de acidente de trânsito.

 

No Brasil a Lei 9.503/1997, nos Artigos: 65 e 167, além da Resolução 277/2008 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), normatizam o uso do cinto de segurança nas vias do território nacional, sendo obrigatória a utilização do mesmo. Mas “melhor não usá-lo”, pois cometemos só uma Infração de natureza Grave, com 5 Pontos apenas no prontuário do condutor, mais uma Multa de R$ 127,69 e a Medida Administrativa de retenção do veículo até que o condutor infrator coloque o cinto de segurança.

 

O uso do cinto de segurança salva vidas, demonstra pelo condutor e pelos passageiros, amor próprio e as pessoas que querem bem, como conhecidos, amigos e principalmente familiares. Também reduz o número de lesões na coluna em caso de acidentes de trânsito. Mas, é “melhor não usá-lo”, pois é algo que incomoda muito.

 

Para Roberto Damatta é muito mais fácil nos eximirmos de nossas responsabilidades para com o trânsito, culpar o poder público, é a utilização do jeitinho brasileiro de tentar sempre se dar bem em qualquer situação, mesmo estando totalmente errado.

 

Nós usamos o cinto de segurança e recomendamos a todos e todas que usem também!

 

 

Alex João Costa Gomes - Bacharel e Licenciado em História (UNIFAP); Policial Militar e ex-Diretor-Presidente do DETRAN-AP


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