Podemos construir um mundo melhor, isso só depende de cada um de nós.


Trânsito é Vida

Trânsito é Vida

 

1, 2, 3... 126, Atenção! Isso não é uma contagem progressiva, não são simples números que servem tão somente para estatísticas dos Órgãos e Entidades que trabalham com a questão do trânsito no Amapá, esse número representa vidas que se foram, sonhos destruídos, famílias que não mais serão as mesmas visto a perda, ou as perdas. No Brasil mais de 40 mil pessoas perdem a vida em nosso trânsito, é preocupante, pois a composição daquele segundo a Lei 9.503/97, § 1.º. Considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga. O poder público tem o dever de nos proporcionar segurança viária, mas como cidadãos devemos contribuir para que isso ocorra, a vida humana deve ser o mais importante nesse contexto.

 

Em 2010 a ONU proclamou o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações Para a Segurança no Trânsito”, o Brasil também assinou esse protocolo de intenções, o Amapá em 2011 juntou-se a essa campanha mundial assinando o Pacto Pela Vida, que objetiva a redução do número de acidentes em com vítimas fatais ou não em nossas vias, isso através de investimentos em educação, fiscalização, engenharia, formação de condutores e saúde dos acidentados. Os números supracitados acerca das 126 mortes no trânsito amapaense foram contabilizados até a segunda-feira, 10 de dezembro de 2012, ainda temos vários dias até o fim do mês. O poder público tem feito a sua parte, sabemos da complexidade das questões que envolvem esse tema, ações de curto, médio e longo prazo têm sido tomadas, no entanto, isso requer uma maior participação da sociedade, não só cobrando, mas envolvendo-se diretamente nas ações que objetivam a construção de trânsito melhor e mais seguro.

 

O trânsito que queremos somos nós que construímos, cobrando, participando, respeitando as normas vigentes, trabalhando a conscientização desde nossas casas, na família, escolas, em qualquer ambiente social podemos contribuir positivamente. Observem essas instigações, reflitam bastante sabre as mesmas: Pagamos os impostos e taxas devidas relacionadas a veículos e CNH? Usamos o cinto de segurança e cobramos para que usem? Respeitamos a sinalização viária? Respeitamos a faixa de pedestre? Não estacionamos em lugar proibido e reservado a idosos e portadores de necessidades especiais? Dirigimos sobre o efeito do álcool? Façam uma autocrítica quanto a sua postura no trânsito amapaense, observem se estão agindo corretamente, não podemos tão somente cobrar, devemos fazer a nossa parte, fazendo mínimo possível ao final todos e todas terão feito muito para termos menos acidentes e mortes no trânsito desse rincão brasileiro. Vocês podem bem mais, basta quererem, mais isso é uma questão de ordem pessoal. O trânsito é vida, não sinônimo de morte.

 

 

Alex João Costa Gomes - Bacharel e Licenciado em História (UNIFAP 2001); Policial Militar e ex-Diretor-Presidente do DETRAN-AP


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