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SAINDO DA CONTRAMÃO

SAINDO DA CONTRAMÃO

Os problemas que estão sendo enumerados agora e que seriam criados, no momento em que o shopping, que está sendo construído na rodovia JK, entre em funcionamento, de certa forma está preocupando a todos, principalmente os investidores do empreendimento, que passam a impressão que não estavam prontos para enfrentá-los e resolvê-los.

 

O fato é que haverá uma sobrecarga na rodovia JK, a principal ligação entre Macapá e Fazendinha, além de atender toda a população que já ocupa as laterais da rodovia, em toda a extensão do trecho. Além do que, boa parte do volume de tráfego é decorrente do uso de grande parte dos moradores de Santana, principalmente aqueles que ocupam a área urbana com acesso facilitado à Rodovia Salvador Diniz.

 

A solução não é tão simples e muito menos imediata e não será através de compensações ambientais, ou com medidas que possam atrair os gestores públicos e que ficam sem resolver o problema dos usuários da rodovia.

 

Em médio prazo a rodovia precisará ser duplicada em toda a sua extensão, mas na parte que vai atender os consumidores de Macapá, necessitaria, pelo menos, de mais duas faixas de tráfego, além da duplicação em toda a extensão, para poder atender o acréscimo no movimento de veículos, inclusive os de carga, que serão utilizados para abastecer o shopping.

 

Segundo estudos, o shopping projeta a possibilidade de catalisar o interesse de, pelo menos, 500 mil pessoas, uma população que vai precisar ser atendida também pelo serviço público e com as mais diferentes atenções.

 

Estudar toda a região de influência do empreendimento é uma necessidade, para não se tornar um grande problema para todos. A questão deve estar na lista de prioridade das administrações, tanto estadual, como municipal e das duas cidades, Macapá e Santana.

 

Pode ser, inclusive, que os estudos apontem que a Rodovia JK não tenha condições de atender às necessidades da população, que precisa ter garantido a segurança e a liberdade para ir ao local no momento que quiser e que por isso, outra via de acesso seja a solução.

 

Também de nada adiantaria agora, o poder público criar dificuldades para os investidores e para o funcionamento do shopping, pois, dessa forma, se colocaria, literalmente, na contramão do desenvolvimento que tanto é pedido e que todos dizem querer.

 

Por Josiel Alcolumbre



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