Podemos construir um mundo melhor, isso só depende de cada um de nós.


Por que não colaborar?

Por que não colaborar?

 

Na foto um veículo estacionado na faixa de pedestre, obstruindo a rampa de acesso à calçada e criando transtornos ao trânsito em pleno período natalino no Centro de Macapá. Já temos um trânsito bem complicado, com muitas deficiências, mesmo com todo o trabalho já realizado pelo poder público federal, estadual e municipal. Não temos uma cidade totalmente sinalizada, nem com agentes de trânsito ou policiais militares suficientes no Batalhão de Trânsito para em cada esquina termos um fiscal do poder público organizando e fiscalizando o nosso trânsito, até porque é humanamente impossível isso acontecer, para isso todo condutor habilitado regularmente é bem instruído nos centros de formação de condutores existentes no Amapá e temos normas a serem respeitadas, quer sejam regulamentadas através dos Órgãos competentes ou de boas relações sociais, essa que denominamos de consenso.

 

Por que não respeitar as regras do trânsito de forma consciente? O que há de errado em agir certo? Em dirigir respeitando o espaço do outro e a vida? Já chegamos ao triste número de 130 mortes no trânsito amapaense, é necessário que o poder público aja sim no sentido de provocar uma mudança nesse cenário, mas nós que somos os maiores atingidos, devemos fazer um reflexão quanto à postura que adotamos em nossas vias, estamos fazendo a nossa parte? Estamos contribuindo minimamente para a construção de um trânsito mais humanizado e seguro a todos e todas? Temos direitos, é são muitos, devemos sim cobrá-los, contudo, temos responsabilidades também, e assim, objetivando o bem da coletividade, não as questões de ordem pessoal, não dirigindo ou utilizando o trânsito colocando em primeiro lugar o individualismo acima de tudo, como se fossemos o dono razão e o centro do universo.

 

Podemos e devemos contribuir para termos menos acidentes e mortes no trânsito brasileiro, não só em Macapá ou no Amapá, pois ao construirmos algo melhor, nos tornamos referência. O trânsito que queremos somos nós que construímos, pensem nisso, devemos sim cobrar do poder público providências, agora, somos livres para escolhermos o certo ou o errado, e devemos ter a compreensão de que cada ação positiva ou negativa, tem suas consequências, boas ou ruins. Vamos fazer o mínimo, pois ao final teremos feito muito e contribuído bastante.

 

 

Alex João Costa Gomes - Bacharel e Licenciado em História (UNIFAP 2001); Policial Militar e ex-Diretor-Presidente do DETRAN-AP


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