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O INVERNO AMAZÔNICO

O INVERNO AMAZÔNICO

 

Mais uma vez o período anual das chuvas se transforma em momentos de grandes transtornos para muitos dos moradores de Macapá. Basta que as nuvens carregadas se aproximem para que grande parte da população fique sobressaltada e se previna contra o pior.

Vai desde a falta de energia, aos alagamentos. Isso mesmo, já faz algum tempo que chuva é uma espécie de comunicação de interrupção no fornecimento de energia elétrica e, por isso, a constatação de problemas para os condutores de veículos automotores, para os ciclistas e para os pedestres.

Agora, também, entraram para a rotina dos macapaenses as preocupações com a queda de árvores. Não são poucos os donos de veículos, principalmente os sedans e os utilitários, que se apressam para retirar esses carros quando estão estacionados, ou parados, debaixo de árvores.

Aqueles que moram às proximidades dos canais ou na margem de rios, por menores que sejam não sossegam enquanto a chuva não passa.

Mesmo sabendo que quando parar de cair a chuva, os buracos escondidos por estarem cheios de água, se transformam em verdadeiras armadilhas que são decisivas no aumento no número de acidentes de transito dentro da área urbana da cidade.

E não era para ser assim...

Todos os anos, todas as pessoas sabem que desde o final de dezembro até meados de abril, é o período de chuvas por aqui, algumas delas muito fortes e que, quando coincidem com a maré alta, repetem os problemas já vividos em outros anos, com parte do comércio tendo problemas de alagamento.

Se há muitos motivos para que os técnicos da Prefeitura de Macapá ajam no sentido de precaver-se de problemas, que não aqueles da rotina, alguns desses motivos estão diretamente relacionados com as chuvas do conhecido inverno amazônico.

Não dá para saber se são os técnicos que não conseguem convencer os gestores de que devem se antecipar aos problemas, ou se esses gestores gostam da apostar na sorte ou viver fortes emoções, geradas pelas situações difíceis pelas quais passam os moradores, todos os anos.

Marcar no calendário esse período poderia evitar que a população, por mais esse motivo, se aborrecesse com os seus dirigentes.

 

por Josiel Alcolumbre


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