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NO CONTROLE

NO CONTROLE

O governador Camilo Capiberibe, ao contrário do que possa alguém imaginar, deu prova de que tem ‘sob controle’ a administração do Estado e que não tem se deixado levar pelos logros que a amizade ou o comprometimento lhe pode causar.

Afinal de contas mexer fortemente em uma administração é para poucos, principalmente quando as forças que sustentam as decisões tomadas são próprias ou não são disfarçadas pela alegação da governabilidade, que se constitui na desculpa mais usada para justificar a maioria das reformas feitas em governos.

Cinco no começo do ano, mais três agora e, segundo se sabe, ainda virão outras por ai. Assim, se for mantida a motivação da mexida feita esta semana, o ciclo realmente não está completado.

O governador quer enfrentar o desafio que se lhe apresenta e, para isso, avisou para os novos colaboradores que é preciso “arregaçar as mangas” e “trabalhar olhando nos olhos do povo”.

Desta vez as três substituições efetivadas, foram feitas na linha de ataque do governo, ou seja, na linha executiva direta e cada um com a instrução de tomar providências bem específicas, ditas pelo próprio governador e com todas as letras e isso significa que os substituídos, ou não estavam bem avaliados ou já tinham desgaste administrativo suficiente para impedi-los de executar o algo mais e que precisava ser executado.

É por isso que na agência DIAGRO, o presidente Marco Antônio vem com a incumbência de “avançar no combate à febre amarela”, “colocar o Amapá na rota de exportação da carne bovina”, além de “reforçar as ações para exterminar a mosca da carambola”.

Na SIMS, a secretária Cláudia Capiberibe foi escalada para “reorganizar a política social do Amapᔠe “criar um programa de inclusão de juventude” que não dê apenas dinheiro.

No Corpo de Bombeiros o comandante, coronel Nascimento, vem com a responsabilidade de tratar do “reequipamento da corporação”.

Para Eloiana Cambraia, Marco Aurélio e o coronel Miranda, os executivos substituídos, sobraram os agradecimentos do governador, mas também a sensação de que não estavam mais em condições de executar o que o governador tem em mente para servir de recuperação para o próprio Governo.

Agora se os novos não responderem positivamente, pelo menos as metas que lhes foram entregues, são do conhecimento de todos e podem ser acompanhadas por cada um.

 

Por Josiel Alcolumbre


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