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NAVEGAÇÃO FLUVIAL

 

A navegação fluvial tem merecido atenção de todas as unidades federativas da região Amazônica que têm o privilégio de contar com essas rotas naturais, formadas por grandes rios, se oferecendo para servir ao deslocamento de embarcações de cargas e passageiros.

 

Os municípios da região, mesmo os que têm reduzida capacidade econômica, estão transformando os seus rios em meios de geração de riquezas para o próprio município e para o seu povo, definindo as linhas e oferecendo estações de passageiros e de carga, a maioria administrada pela iniciativa privada e com bons serviços prestados aos usuários.

 

As cidades de Macapá, Santana e Mazagão, por se encontrarem situadas do outro lado do Rio Amazonas, longe das rodoviárias, têm necessidade de contar com os terminais fluviais, principalmente pelo volume de passageiros que, por diversas razões, precisam chegar a Belém, Santarém ou Manaus.

 

As estatísticas extraoficias têm atraído, principalmente para Santana, várias embarcações que estão fazendo a ligação Santana/Breves, pois a partir daquele porto, as linhas são definidas pelas autoridades, por concessão, repassadas aos empresários do transporte fluvial, para executar o serviço partindo de Breves.

 

Enquanto isso os residentes em Macapá, Santana, Mazagão e dos demais municípios amapaenses ficam sujeitos aos exorbitantes preços das passagens das companhias aéreas, que desafiam a compreensão de todos, inclusive das autoridades, oferecendo preços que estão completamente fora da realidade local, nacional e internacional.

 

Já é hora das autoridades estaduais e municipais encontrarem uma solução para esse problema que também, serviria para conhecimento daqueles que entram no Estado, exatamente como é feito na estação de passageiros do aeroporto internacional de Macapá Alberto Alcolumbre.

 

Essa providência teria influência em vários setores da sociedade, como: segurança pública, tráfego de drogas, tráfego de pessoas, controle migratório, estratificação da migração, segurança dos viajantes e competitividade, além de abrir o caminho legal para os investidores que, até agora, preferem ficar distantes de Macapá ou agindo na clandestinidade.

 

Essa é uma questão que interessa à população e representa geração de emprego e renda, em todo o sistema.

 

Embarcações confortáveis, estações de passageiros e cargas, adequadas e seguras, fiscalização, tanto com relação à ocupação da embarcação como à carga, atrairiam os passageiros e propiciariam a criação de uma nova frente organizada de emprego e renda.

 

 

Por Josiel Alcolumbre


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