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A REALIDADE DA SAÚDE SUPLEMENTAR NO AMAPÁ

A REALIDADE DA SAÚDE SUPLEMENTAR NO AMAPÁ

 

 

A saúde pública no Brasil, em 2012, e já vem assim há bastante tempo, mais uma vez foi o grande desafio daqueles que não estão em condições de desafiar quem quer que seja, ou a sorte, ou simplesmente querem confirmar como está a sua saúde para enfrentar o cotidiano.

Aqui no Amapá são comuns os episódios, comparados com as desumanidades, que ocorrem nas portarias de atendimento de pacientes nas casas de saúde, ou num simples posto ou hospital onde são atendidos pacientes com cuidados de alta complexidade.

Esse quadro obriga a população a procurar alternativas nas organizações que têm como objetivo os planos de saúde suplementar e, são surpreendidos por atendimentos que são bastante próximos, quando o assunto é qualidade, daqueles dos quais está fugindo ou desconfiando.

A grande diferença é que, enquanto aquele, o da rede pública, oferece o atendimento geral, pago pelo contribuinte através dos tributos por este recolhidos, o da rede particular, identificados pelos planos de saúde e pagos com dinheiro do consumidor, sacrificam outras finalidades que poderiam ser dadas ao dinheiro, para ser mal atendido e mal tratado.

A Unimed Macapá, uma cooperativa de trabalho médico, com quase 36 mil consumidores do serviço que oferece e que deveria prestar com qualidade, está, por absoluta falta de condições, deixando os contratantes dos serviços, daquela cooperativa, irritados com o que se constata, quase sempre.

São repetidas as reclamações de pacientes ou parentes de pacientes, sobre as decisões médico-administrativas que estão determinando alta de pacientes que ainda, conforme conceito dos que reclamam, não teriam condições de serem levados para o ambiente do lar.

Alguns pacientes, que necessitam de camas especiais e equipamentos de manutenção da vida, que estão disponíveis nas salas de tratamento da cooperativa, com pessoal especialmente treinado, estão lhes dando alta, com a recomendação de que a família adquira o colchão especial e contrate o atendimento profissional, pela necessidade de deixar o hospital, pois, tem outro para ocupar o espaço.

Uma desumanidade paga pela família que não está satisfazendo os familiares e nem os pacientes. Uma questão que precisa mudar ou, pelo menos, ser anotada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, para que esses 36 mil consumidores não continuem pagando sem receber o devido atendimento que esperam.

 

Josiel Alcolumbre


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