Podemos construir um mundo melhor, isso só depende de cada um de nós.


PAZ COM RESPONSABILIDADE

15/12/2012 15:04

                                                                                           

 

O ano não foi bom para o Amapá. São poucos os setores que conseguiram respirar com tranquilidade. A regra foi a dificuldade.

 

E não é choro!

 

A situação, realmente, ficou muito difícil pelo acumulo de problemas e pelas dificuldades para equacioná-los e em encontrar as soluções.

 

Dificuldade com liberação de recursos para os investimentos que o Amapá precisa. Queda nas transferências constitucionais. Atraso na execução de contratos de obras. Greves no setor público. Atraso no pagamento de fornecedores e prestadores de serviços. Problemas que levaram até ao afastamento de importantes autoridades, de funções de destaque no Amapá, mesmo sem perder os respectivos cargos.

 

Até agora a Justiça as mantém afastadas dos cargos executivos para os quais foram eleitos, deputados na Assembléia Legislativa e conselheiros no Tribunal de Contas. O Ministério Público dá indicações que não pode deixar de buscar a verdade em setores públicos, alterando o modo de processamento das relações institucionais e fazendo com que acuados façam daquelas Instituições trincheiras de defesa.

 

Na vez está a Prefeitura de Macapá, onde o prefeito deixou que os problemas se avolumassem, como se acumulou o lixo doméstico nas ruas, por falta de coleta.

 

Mas é preciso renovar a confiança. É preciso buscar forças das entranhas e acreditar que tudo pode melhorar. Que há possibilidade de se ‘navegar em águas tranquilas’ evitando o pior e organizando as gestões, para que ninguém reclame de salário atrasado, de descumprimento de acordo, do não pagamento ao consignado, do não pagamento de diárias, e da falta de dinheiro para viabilizar a federalização da CEA, em um ambiente onde a desconfiança prevaleça.

 

É preciso alterar esse quadro. O povo ainda acredita e os responsáveis pelos serviços públicos precisam aproveitar a oportunidade que têm, ajeitando tudo agora para que, no novo exercício, as relações sejam colocadas a serviço da coletividade e as ações apareçam e os problemas sejam resolvidos.

 

Precisamos de paz, mas com muita responsabilidade.

 

Josiel Alcolumbre
 

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